Quando se fala em feminismo, o ideal mais conhecido e disseminado mundialmente talvez seja que feministas buscam direitos iguais. Na teoria, parece um conceito muito simples mas na vida real, nós mulheres sabemos na pele o quão difícil – e talvez até utópico – possa ser imaginar um mundo em que mulheres terão os mesmos direitos que os homens.
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| Mrs. América | Reprodução FX/Hulu |
A nova minissérie protagonizada por Cate Blanchett nos faz refletir sobre todo esse movimento só que do lado contrário. A personagem central de Mrs. América é Phyllis Schlafly, uma advogada ativista e ultraconservadora conhecida nos anos 1970 pelos seus ideais antifeministas.
Levando em consideração muitos dos eventos que aconteceram de verdade naquela década, Mrs. América vai nos mostrando como o poder de persuasão de uma mulher pode prejudicar uma sociedade inteira. Os efeitos desse discurso ultraconservador americano continuam perpetuando, mesmo após 50 anos.
Schlafly é o rosto a frente da campanha “STOP ERA” que buscava apoio do congresso americano para não aprovar a Emenda de Direitos Igualitários nos EUA. Com a ajuda de mulheres conservadoras, religiosas e donas de casa, Phyllis estava na mídia falando o quanto as feministas estavam erradas e o quanto a emenda só traria prejuízos à sociedade. Entre muitas coisas, acreditavam que seria obrigatório o alistamento feminino e eram contra o aborto.
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| Mrs América | Reprodução FX/Hulu |
Do outro lado, tínhamos as mulheres feministas e rostos conhecidos na segunda onda do movimento feminista. Glória Steinem, Betty Friedan, Bella Abzug, Jill Ruckelshaus, Shirley Chisholm , entre outras apoiavam a ERA e buscavam melhores condições, qualidade de vida e, sobretudo, respeito às mulheres.
Mrs. América causa desconforto em várias cenas, mas principalmente quando é no núcleo conservador. São crenças tão diferentes e limitantes das que acredito que em algumas horas dá vontade de gritar com o computador. O pior de tudo é que, de acordo com a Gloria Steinem real, a série humanizou muito a personalidade desta mulher conservadora. Por que você era assim, Phyllis?
Mas fora o choque de ideais, a produção consegue despertar a curiosidade do espectador pois une cenas reais a fictícias de protestos, congressos e programas de TV, além das imagens reais das personalidades nos últimos minutos da minissérie.
Lá no YouTube, falei um pouco mais sobre a série e detalhei melhor os assuntos que são abordados. Veja:
É estranho assistir uma série que se baseia em movimentos sociais que aconteceram há 50 anos e sentir que infelizmente não avançamos muito. A emenda não foi aprovada pois a reação liderada por Phyllis fez com que muitos estados não se posicionassem a favor dos direitos.
Sabendo que os EUA são modelo para o mundo, e principalmente para o Brasil, pensar que caso a emenda tivesse sido aprovada em 1970 a gente teria um mundo diferente hoje, dói.
Não gostar de assistir as séries do momento na época que elas estão passando pode ter suas vantagens – ou não. A triste confirmação do óbito da Naya Rivera, em julho, no mesmo dia em que Cory Montheith foi encontrado morto há sete anos foi notícia por alguns dias. Como produtora de conteúdo, acompanhei angustiada às buscas pela atriz e senti que era a hora de dar uma chance à série tão famosa e querida por muitos de meus amigos queridos.
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| Glee | Foto: Reprodução Fox |
Assistir uma das séries mais bem sucedidas e comentadas dos anos 200 após dez anos de seu lançamento, é uma experiência no mínimo interessante. Glee: Em Busca da Fama gira em torno de estudantes do colégio William McKinley em Lima, Ohio, nos Estados Unidos. O enredo tem início quando o professor William Schuester (Matthew Morrison) resolve reabrir o coral da escola com um grupo diversificado de alunos que, como em todas as produções americanas, tinha tudo para não se darem bem.
E então, os Novas Direções acaba sendo formado. A excluída, a negra, o gay, o deficiente físico, o atleta e a asiática fazem parte da formação original do grupo. Sim, todos dentro das caixinhas que a sociedade os impõe.
Embora sexo, gravidez na adolescência, racismo e temáticas LGBTQIA+ sejam retratadas nas telinhas há muitos anos, pois arte é isso, me chamou a atenção no quanto essas pautas ganharam espaço em uma série, voltada para público teen, lançada há dez anos.
Ora, em 2009 a gente ainda tinha internet discada e nos meus treze anos, minhas preocupações eram ser aceita no grupo das populares do colégio e conseguir conversar pelo msn depois do jantar sem precisar desligar a internet para alguém usar o telefone fixo. Mas através de Glee, Ryan Murphy já estava aí falando de aceitação e sonhos, tentando quebrar barreiras dos mais diversos preconceitos com muita música e o humor ácido da treinadora Sue Sylvester (Jane Lynch).
O conteúdo e os assuntos de Glee que chamam a atenção
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| Glee | Foto: Reprodução Fox |
A propósito, o que é Santana Lopez (Naya Rivera) cantando ‘If I Die Young’ no episódio de homenagem ao Cory? Um tremendo gatilho, arriscaria dizer.
É quase impossível não imaginar como foi a repercussão de alguns dos episódios naquela época. Glee é uma produção muito ampla que abraça o público jovem de uma maneira muito bonita. Mesmo em um cenário escolar e com situações cotidianas, é possível entender um pouco a percepção de cada um dos personagens e se enxergar naquele contexto – mesmo não estando mais vivendo essa realidade acadêmica.
Acompanhar a evolução e o amadurecimento de muitos daqueles personagens é um caminho interessante também. Como o valentão que faz bullying com todo mundo coloca a mão na cabeça e entende que talvez isso não seja legal? Como a arte pode impactar positivamente na vida das pessoas e colaborar com um melhor desenvolvimento intelectual e pessoal? E é por isso hoje que a gente vive defendendo arte e cultura por aí.
Em contrapartida, os estereótipos criados para os adolescentes daquela época ainda os acompanham. Hoje, saber que os atores nos seus vinte e poucos anos estavam interpretando adolescentes, pelo menos oito anos mais jovens, é contribuir para um padrão estético que sempre vai ser inalcançável.
No final, Glee durou mais do que deveria
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| Glee | Foto: Reprodução Fox |
Se Ryan Murphy tivesse acabado Glee na terceira temporada e resolvesse depois lançar um spin-off do grupo em Nova York teria sido incrível. Depois do quarto ano, a ideia de recriar o coral com novos personagens e seguir os mesmos ‘problemas’ do grupo anterior só deixou o enredo massante e chato.
Provavelmente, se a série fosse lançada hoje o público exigiria um protagonismo igualitário nas performances. Esse foi um ponto que me incomodou e que inclusive era pauta das conversas entre os personagens, no próprio roteiro. Para mim, Glee seria uma produção bem mais rica em performance e musicalmente se os principais solos não fossem só para Rachel Berry (Lea Michelle). Mas entendo. Afinal, ela era a protagonista da série e queridinha do produtor.
Ayway, ao longo das seis temporadas, acompanhamos a caminhada da Rachel em busca da realização de seu sonho: ganhar um Tony, o maior e mais prestigiado prêmio do Teatro americano. E a mensagem mais importante, talvez a mais forte de Glee, é para não desistir dos sonhos. ♥
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| Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski e Jonathan Van Ness | reprodução netflix |
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| reprodução / netflix |
1. Todo mundo tem uma história para contar
2. Quebra de paradigmas
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| reprodução giphy / queer eye |
3. Todo mundo precisa de cuidados
4. A moda é para todes
5. Muito além de um reality show
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| imagem: reprodução | netflix |
A nova produção da Netflix é ambientada em Madrid, o que já é um baita convite para assisti-la, já que a capital da Espanha é uma das cidades mais bonitas da Europa. De forma descontraída e leve, Valéria nos faz refletir sobre muitos assuntos comuns aos jovens adultos, também conhecidos como millennials. Ousaria dizer, inclusive, que essa seria uma versão de “Sex and The City”, só que mais moderna, mais animada, mais madura com um toque especial de novela espanhola.
Assim como na produção americana, o sexo é um dos assuntos principais, porém, Valéria vai além quando põe em perspectiva alguns dos tipos de relacionamento que vivemos: profissional, romântico, familiar e de amizade. E não para por aí! A fantasia do emprego perfeito, a busca pelo apartamento que caiba no orçamento, os traumas que carregamos conosco e a insegurança de ser quem você é verdadeiramente também fazem parte do quebra-cabeças.
Por fugir do público teen, Valéria acerta em trazer a tona reflexões sutis sobre a vida da galera que está quase trintando. Pretende-se que nessa idade já tenhamos um conhecimento maior sobre nós mesmos, nossas ambições, uma certeza sobre relacionamentos e um plano “B” caso algo dê errado. Mas, ó, tudo não passa de uma grande idealização frustrante criada pela sociedade mágica de nowhere.
A inserção de recursos do mundo digital na telinha, como as conversas, áudios e fotos, torna a história mais atraente e divertida. E é bonito ver o quanto a tecnologia aproxima as quatro mulheres e fortalece a amizade, possibilitando uma maior interação entre elas durante o dia – mesmo que seja para receber um áudio de quinze minutos.
Cada episódio tem uma abertura diferente que particularmente adorei. Outros pontos a serem apreciados são: a fotografia, que é belíssima cheia de cores vibrantes; O idioma espanhol, carregado de sensualidade; E o figurino, que reflete a moda com pegada vintage, meio 1990, como temos hoje e que conversa muitíssimo bem com as diferentes personalidades das personagens.
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| imagem: reprodução | netflix |
O seriado é uma adaptação da saga homônima de Elísabet Benavent. Ao todo, a autora escreveu cinco livros. A dona Netflix ainda não informou sobre uma segunda temporada, embora tenha vários ganchos abertos para isso e história nos livros. A gente torce para que seja renovada, pois ela é bem gostosinha de assistir. ♥
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| imagem: reprodução | netflix |
Para além de entregar uma fotografia lindíssima, figurinos característicos da época e um ambiente completamente favorável a viagem do tempo, Hollywood também propõe uma leve reflexão sobre como seria o cinema hoje caso tivéssemos a oportunidade de reescrever a história. Uma mistura de ficção e realidade, a produção traz ao debate alguns assuntos que dificilmente seriam reproduzidos e debatidos em 1947 como o racismo, da sociedade e da indústria, e a homofobia.
Sem um protagonismo específico, conhecemos um pouco dos sonhos e desejos de: Jack Castello (David Corenswet) um ex militar bonitão que não se vê em outra profissão que não sendo ator; Archie Coleman (Jeremy Pope), um homem negro e gay que sonha com o reconhecimento como roteirista; Camille Washington (Laura Harrier), atriz negra que busca sua oportunidade como protagonista; Raymond Ansley (Darren Criss), um diretor mestiço que quer mostrar seu trabalho; Avis Amberg (Patti LuPone), a esposa ignorada e dona de casa que busca seu reconhecimento. Confira o trailer:
O grande “e se” que a série provoca pode até fazer com que você passe despercebido de alguns detalhes verídicos como a Queen Latifah que interpretou a Hattie McDaniel, a primeira mulher afro-americana a ganhar um prêmio Oscar, em 1940. O Jim Parsons que deu vida ao Henry Wilson, um agente de talentos que lançou vários artistas mas que escondia sua homossexualidade pelo grande preconceito da época. E o Rock Hudson, personagem de Jake Picking, um galã dos anos 1950 e 1960 que se assumiu gay em determinado momento da carreira.
Para admiradores do cinema, Hollywood é uma grande oportunidade de conhecer um pouco do universo por trás dele. As reuniões que acontecem pré e pós um roteiro ser aprovado, os orçamentos, os testes e escolha de elenco. A cena da “famosa” table read, momento em que atores, produtores e roteiristas se reúnem para a leitura do roteiro é um momento simbólico e bonito de ver. Se você curte cinema e gosta de história, é quase certo que terá impulso de buscar mais conhecimento sobre essa época.
Segundo os críticos, Hollywood é o retrato perfeito de quem Ryan Murphy é no audiovisual. Mas se você não conhece, te conto quem ele é por algumas produções: Glee, American Horror Story, The Politician e Pose. O roteirista é conhecido no showbizz por pautar representatividade de todas as formas e chegou a ser rotulado como o “homem mais poderoso da televisão” pela revista New Yorker em 2018.
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| imagem: reprodução | netflix |
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Ainda não sabemos se a série terá outras temporadas. De todo o jeito, a mensagem que fica é muito positiva, sobretudo nesse momento delicado de isolamento social e pandemia mundial. Não só pelo clichê que sempre ouvimos “não desista dos seus sonhos”, mas também: conte sua história. Certamente há alguém, em algum lugar, interessado em ouvir. É isso!
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| imagem: reprodução/NBC |
E, se mesmo com tudo isso você ainda não está convencido que deve maratonar essa série, veja os itens abaixo.
1. Elenco incrível
Um dos fatores que influenciam no sucesso de uma série, sem dúvida alguma, é o elenco. Good Girls conta com nomes conhecidos: Christina Hendricks de Mad Men e Firefly, Mae Whitman de D.u.f.f. e As Vantagens de ser Invisível e Retta, de NBC, Parks and Recreation e comediante. Juntas, dão vida as protagonistas da série Beth, Annie e Ruby e encantam o público, cada uma com suas características.
Não só o fato das protagonistas serem mulheres, como a criadora: Jenna Bans. A série está fazendo um baita sucesso e olha que incrível ver uma série bem estruturada, interessante feita e criada por mulheres. Eu não sei vocês, mas depois que descobri essa informação fiquei ainda mais feliz com isso. Quem acompanha um pouco mais as discussões feministas sabe como ainda é incomum ver mulheres por trás de shows de sucesso (infelizmente, né?). You go girl!
3. Comédia Dramática
O gênero da série é algo curioso porém eu diria que é determinante para a retenção da atenção dos telespectadores. As coisas acontecem de forma tão absurda que ao mesmo tempo é engraçado e você se pega rindo do desespero ou comemorando com as conquistas das personagens. A história te envolve de uma maneira que no fim, você já está torcendo para o crime dar certo, para as manas ficarem com os bandidos e pra tudo ficar bem, hahaha.
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| imagem: reprodução/NBC |
Além de prender a atenção muito bem com as loucuras das protagonistas, os dilemas secundários das famílias ou das próprias mulheres são interessantes e diversos. Tem o racismo que a Ruby sofre durante seu expediente na lanchonete, tem a filha da Annie que não se identifica com o gênero, levantam a questão do assédio no trabalho, traição e depois mentiras para manter um casamento e muito mais.
5. Disponível na Netflix
Precisa explicar esse motivo? Acho que não! Se existia um mundo antes de criarem o serviço de streaming a gente não sabe, no entanto que o conceito de maratona foi implementado muito bem pela Netflix a gente sabe e reconhece muito bem. Ter séries incríveis no catálogo é a meta da empresa, e cabe a nós maratona-las e torna-las sucesso.
O curioso é que as personagens são bem verdadeiras e a criadora foi muito feliz em mostrá-las como mulheres transparentes e com problemas reais. Já que mesmo elas estando erradas nas atitudes se baseiam no valor de que estão fazendo isso pelas suas famílias.
A segunda temporada já foi confirmada para 2019 pela produtora, Jenna Bans, que disse ainda que esta será mais emocionante que a anterior. Quem já estamos ansiosas para o retorno das Good Girls?
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| reprodução/fox century |
Brooklyn nine-nine é uma série de entretenimento original da Fox Century, recém resgatada do cancelamento pela NBC (thank you!), e conta o dia a dia da 99ª delegacia de policia do distrito de Brooklyn, NY. Lá, trabalham os detetives Jake Peralta (Andy Samberg), Rosa Díaz (Stephanie Beatriz), Amy Santiago (Melissa Fumero), Terry Jeffords (Terry Crews), Charles Boyle (Joe Lo Truglio), Scully (Joel McKinnon Miller), Hitchcock (Dirk Blocker) e a assistente Gina Linneti (Chelsea Peretti). A rotina da 99 muda quando o novo (e sério) capitão chega à delecacia para colocar as coisas em ordem, Capitão Ray Holt (Andree Braugher).
Uma das características que torna esse show único são os episódios especiais de Halloween. Após, na primeira temporada, o det. Peralta apostar com o cap. Holt que se roubasse antes da meia noite uma medalha que tinha valor ao capitão, o mesmo deveria reconhecer Peralta como o melhor detetive da 99, os episódios temáticos de Halloween viraram tradição do show. Os finais e o enredo são sempre envolventes e surpreendentes.
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| reprodução/fox century |
E mesmo se tratando de entretenimento, a série também é policial. As investigações não são deixadas de lado e também ganham espaço, assim como a parte burocrática da atividade de um detetive americano. Tem aquele famoso bandido clichê conhecido por todo o distrito, que vez ou outra aparece mas sempre consegue escapar. E também o chefe chato que quer sempre ferrar com alguém (olá, Madeline).
Não posso esquecer das inúmeras referências ao mundo pop que a série faz, não é mesmo? Se você gosta de Harry Potter, Universo Marvel, The Handmaid’s Tale, Sense8, entre outros você vai adorar as sacadas geniais que os personagens têm. E o legal é que são todas tão naturais que as vezes você até se questiona se foram de fato reais.
De verdade, não consigo imaginar outra série que tenha um propósito tão legal e que seja tão leve e fácil de assistir como B99. A série inclusive já ganhou um Golden Globe de melhor série de comédia (em 2014). Tá vendo, até a academia diz que essa é a melhor série de comédia dos últimos tempos ♥ ou eu vou acreditar assim, hahaha. Aproveita que tem 4 temporadas disponíveis na Netflix e já faz aquela maratona!
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| reprodução/netflix. "Eu não sou propriedade de ninguém" |
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| reprodução/netflix. |
Cara gente branca, nossa cor de pele não é uma arma. Não precisam ter medo dela.
Samantha White
Assim como o machismo está enraizado na nossa cultura, a intolerância ao ser de pele escura também está presente da maneira similar. A exemplo, observamos na forma com que aprendemos conteúdos da disciplina de história: sabemos muito pouco sobre o continente africano, seu povo e sobre as lutas de pessoas negras em nosso país. Digo isso não só por pesquisa como por conhecimento próprio de quem foi aluna de escola pública a vida inteira. Isso acaba nos inserindo em um paradigma interminável no qual acredito que se não aprendemos a respeitar o diferente desde cedo, conforme o tempo vai passando essa atitude se torna cada vez mais difícil – porém não é impossível!
Cara Gente Branca expõe a visão norte americana da violência racial sofrida por negros, apesar disso essa perspectiva pode ser facilmente percebida aqui no Brasil. O tempo todo somos condicionados a pensar e julgar o negro como alguém errado, desprovido de cultura e inteligência. Isso é histórico! Ora, vivemos em um país miscigenado. Já está mais do que na hora de mudar a postura e começar a ter um pouco mais de amor ao próximo e acima de tudo respeito, não é mesmo?
Se você já assistiu, me conta nos comentários o que achou. Vamos divulgar, enaltecer e empoderar essa série pela internetê (:
Nunca fui de ter riso frouxo a ponto de gostar dessas séries de comédia americana que faz muito sucesso por aí como Friends, The Big Bang Theory, entre outros títulos famosos. Mas com How I Met Your Mother foi diferente. Comecei a assistir por indicação de alguns colegas que diziam ser uma série muito boa. Logo no primeiro episódio lembro de não ter gostado muito e ter achado um tanto quanto boba mas tenho um problema em desistir de série no primeiro episódio – acho que tenho que assistir pelo menos três, se não me interessar mesmo aí eu desisto.
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How I Met Your Mother é uma série de 2005 em que Ted Mosby, um arquiteto, conta a seus filhos como conheceu sua mãe, The Mother. Mas é claro que não se trata de nove temporadas só contando essa história. Dentre todas as temporadas ele conta as aventuras que viveu ao lado de seus amigos Marshal Erikson, Lily Aldrin, Barney Stinson e Robin Sparckles.
A história é apaixonante pois por mais que você comece a assistir na intenção de descobrir como Ted conheceu a Mother, você acaba se envolvendo com as conquistas e frustrações dele e dos outros personagens, se apega, chora e ri junto com o computador.... Não é daquelas séries massantes, cada episódio tem vinte minutinhos só. Como comecei a assistir nas férias, em um mês eu já tinha visto as nove temporadas – porque não sei brincar de maratonar série migos, desculpa!
Hoje além de agradecer muito as indicações, HIMYM se tornou uma das minhas séries preferidas. Então, se você quiser uma série engraçada e cativante, eu indico How I Met Your Mother com o coração cheinho de amor ♥












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