Ainda é novembro mas a Netflix já saiu na frente com o lançamento das produções natalinas. A estratégia de antecipar as celebrações de fim de ano faz parte do planejamento de mandar esse ano doido embora o quanto antes. E Dash & Lily tem tranquilamente tudo o que a gente mais precisa: o clichê de comédia romântica, a leveza e a descontração que a gente costuma ver em produções temáticas de Natal.
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| Austin Abrams como Dash | Reprodução/Netflix |
Baseado no livro ‘Dash & Lily’s Book of Dares’ de David Levithan e Rachel Cohn, a série que tem na produção um dos irmãos Jonas conta a história de Dash & Lily. Lily (Midori Francis) é uma jovem de ascendência asiática que possui forte relacionamento familiar e é apaixonada pelo Natal. Assim como já é de praxe nas comédias românticas adolescentes – que costumam ter o fatídico esbarrão no corredor da escola –, seu sonho é encontrar o grande amor numa livraria. Para isso, cria com seu irmão Langston (Troy Iwata) um caderno de desafios e o deixa na livraria The Strand com a expectativa de ser correspondida.
Do outro lado, e completamente seu o oposto, temos Dash (Austin Abrams). Um jovem cético, cheio de traumas familiares que acabou de terminar um relacionamento e decide passar o feriado de 25 de dezembro sozinho. Seus caminhos se encontram quando, em passagem pela The Strand, acaba encontrando o caderninho de desafios.
É a partir do caderninho que nossos protagonistas começam a interagir. Sem se conhecerem pessoalmente, ambos entram na brincadeira um do outro. Os desafios variam de encontrar frases em diferentes títulos na livraria a experimentar o prato preferido do outro em algum restaurante.
A dinâmica é bem interessante e rapidamente envolve o espectador. Mas a magia da série está na especificidade de trocar correspondências e não só na época do ano. E é incrível ver hoje, na era da tecnologia, dois jovens estabelecendo um relacionamento através de mensagens escritas num caderno. Faz lembrar da época em que trocavam-se cartas.
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| Midori Francis como Lily | Reprodução/Netflix |
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| Midori Francis como Lily | Reprodução/Netflix |
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| Austin Abrams como Dash | Reprodução/Netflix |
A trama se passa em Nova York, uma cidade que aprendemos a olhar com encanto desde sempre, mas que tem o encanto maximizado nas produções natalinas. Com neve e todos os enfeites de Natal, a cidade parece realmente um paraíso pronto para o início de uma belíssima história de amor.
Lily não é a típica garota que nunca foi beijada. Ela não está inserida no estereótipo de personagem tímida e careta; ela é carismática, simpática, divertida e até um pouco atrapalhada. Dash por sua vez, lembra bastante o padrão de galã riquinho e antipático. Mas ainda que se porte com uma certa arrogância no início, ele acaba conquistando o público no desenrolar da história.
Embora seja uma comédia romântica, o suspense dos desafios do caderninho vermelho são o ponto central da série. A todo tempo Dash e Lily dão pistas um ao outro sobre suas vidas e seus gostos, compartilham suas angústias e até se encontram por acaso sem que saibam quem são. Mais clichê que isso só a referência que fazem a Cinderella.
Além dos protagonistas, o elenco secundário também chama atenção e desperta curiosidade embora não tenham tido o brilho que poderiam ter tido.
Diferente dos milhares de clichês que estamos acostumadas a assistir, em Dash & Lily ninguém precisa ser salvo. Ambos personagens possuem histórias individuais bem construídas, pela quantidade de episódios que foram apresentados, e eles se encontram de uma forma linda. É o típico título clichê perfeito para a temporada natalina e tempos delicados de coronavírus. A probabilidade é que não tenha uma continuação, mas tendo a gente fica feliz pois é impossível terminar a rapidíssima maratona de oito episódios sem sentir um quentinho no coração. Assistam ♥
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| imagem/reprodução |
Para Sempre Alice é um filme delicado, sério e de tirar o fôlego. Alice Howland é uma professora de linguística feliz pelo que conseguiu construir, tanto na carreira como em âmbito pessoal. Porém, aos cinquenta anos recebe diagnóstico inesperado de Alzhaimer precoce, que faz com que algumas coisas comecem a mudar na sua vida.
Esquecer de coisas, compromissos, lugares, pessoas e principalmente de todas as suas memórias é um processo muito doloroso. Palavras e todas a comunicação que eram tão importantes na vida de Alice – que é a base de tudo o que ela construiu na sua carreira – começam a falhar e ela se vê perdida, literalmente, em meio a sua vida. Podemos dizer que aos poucos, a protagonista vê sua vida se desmontando.
O longa, basicamente relata a evolução da doença e como ela pode afetar não apenas quem é portador mas toda a família e quem convive ao redor. Trás uma reflexão importante sobre o quão pequenos somos em relação aos nossos problemas cotidianos. Muitas vezes insistimos em ver tudo com uma lente de aumento quando na verdade deveríamos olhá-los de cima, afinal, grandes somos nós que podemos detê-los ou resolvê-los.
Estamos diariamente expostos a vida cotidiana e obviamente contratempos surgirão e com eles, talvez, coisas que não esperamos. A menos que este contratempo seja uma doença progressiva e sem cura, a gente é capaz de consertar e resolver tudo. Tudinho mesmo! Não faça dos seus problemas maiores do que eles de fatos são.
Acho que a mensagem que o filme tenta passar, além de alertar o quão rápido pode ser a evolução dessa enfermidade, é que nós não somos tão pequenos quando pensamos ser. Viva cada momento e dê o seu melhor. A mensagem de hoje era essa. ♡
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| "Supere as dificuldades e então terá uma vida maravilhosa" |
Desconfortável, essa é a palavra que define To The Bone. Dirigido e escrito por quem sofreu tal doença, é um filme um tanto quanto delicado e difícil, levando em consideração que aquelas cenas são realidade para muita gente. Como espectadora, que não tem nenhuma vivência com distúrbios desse tipo – tanto pessoais quanto de pessoas ao redor – fiquei muito impressionada e ao mesmo tempo reflexiva pela possibilidade de conviver com pessoas com essa doença e não saber como ajudar.
O vício em cortar calorias para alcançar um nível irreal de padronização estética é algo surreal e inacreditável. Particularmente eu não tinha noção do quão difícil é viver numa realidade dessas. Imagino que a dificuldade de tratamento, da busca por ajuda, do se reconhecer vulnerável a algo que é maior que a gente seja perturbador. A anorexia é uma dor não só pra quem está vivendo, que não entende e/ou tem forças suficientes pra conseguir se tratar, mas também pra família e quem vive ao redor, por não saber como e o que fazer para ajudar.
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| "Fique boa, mas não perfeita!" |
Ao mesmo tempo que a produção é muito forte e rica em trabalhar os detalhes e efeitos da patologia, ele possui algumas mensagens motivacionais, empoderadoras e reflexivas. Me fez pensar o quanto a gente vive no nosso próprio mundinho achando que o jardim do vizinho é mais bonito. Vale muito a pena assistir, pois o longa é repleto de ensinamentos e conhecimento nunca é demais.
"Cada um tem uma luta diferente, a gente não deve julgar ninguém." Já pensou que as vezes, aquela garota magra não é assim por genética e sim por estar se submetendo a coisas inacreditáveis para se encaixar em um padrão de beleza que nem deveria existir? Pense nisso!
Dia desses estava querendo assistir algum filme que eu já conhecesse só pra passar o tempo, sabe? Nunca tinha reparado a frequência com que faço isso até me pegar procurando um desses meus queridinhos no catálogo do Netflix. Vez ou outra é bom pra distrair a mente rever algo que te faz bem ou trás boas lembranças, né?
1. O Diabo Veste Prada (2006)
Esse filme, posso dizer que é o filme que define minha escolha profissional. É até engraçado quando eu conto que escolhi estudar comunicação por causa desse filme. Andrea consegue emprego em uma renomada revista de moda de Nova York, e vê nisso uma chance de crescer em sua carreira, mas com o passar do tempo vê que nem tudo é como a se imagina. Me apaixonei pela Miranda e pela Andrea de uma tal forma que não sei explicar o quanto. Meu grande sonho desde os doze é me tornar uma Andrea Sachs.
2. De Repente 30 (2004)
De Repente 30 é daqueles filmes que a gente quer que aconteça na nossa vida. Tudo começa quando em seu aniversário de 13 anos, Jenna faz um desejo de ficar mais velha e no dia seguinte ela acorda 17 anos mais velha, com todo o glamour que você sempre sonhou, sem entender direito o que aconteceu. No final ela descobre que crescer assim tão rápido ~e sem se lembrar das coisas~ não foi lá uma ideia maravilhosa e ela consegue voltar ao "passado"... Bem que eu queria dar uma espiadinha no futuro, ein! Imagina que máximo?
3. Matilda (1996)
Conhece aquele filme amorzinho que você se apaixona pela protagonista e dá vontade de adotar? Esse é Matilda. Me encanto com a história dela, embora de uma forma fantasiada, seja a história de muitas crianças por aí. Ela é uma criança completamente ignorada pela família, que só olha pro próprio umbigo, enquanto tudo o que ela quer é ir a escola. Eu adoro o caminhar da história e tudo o que acontece nela; Me faz lembrar minha infância pois eu fui arteira assim como a Matilda. A narrativa é bem fofinha e envolvente.
4. Operação Cupido (1998)
Outro filme engraçadinho que me prende e que eu amo é a dessas fofinhas Hallie e Annie que descobriram ser irmãs gêmeas em um acampamento de verão. A partir daí, elas bolam um plano pra juntar os pais com direito a troca de identidade e viagens não programadas. Uma ótima forma de mostrar a cumplicidade entre os irmãos que mesmo se estranhando algumas vezes, quando se unem são imbatíveis.
Se você não conhece algum, corre pra assistir e me conta o que achou. Ah, e me conta também os seus filmes preferidos, porque afinal, todo mundo tem aquele filme xodózinho que pode assistir um milhão de vezes que a história nunca cansa, certo?
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Preciso falar que de princípio, eu não achei que essa brincadeira fosse ser realmente um desafio. Mas olha, é! A gente acaba não achando de início, mas quando para pra ver é bem difícil, é mesmo um desafio e é corrido. Gente, parece ontem que eu estava desejando "feliz ano novo" pra vocês... Março já está pedindo passagem, socorro!!!
Retornando ao assunto, tenho que escolher cinco filmes infantis. Quer dizer, os cinco melhores filmes infantis que eu já assisti... eu tô com dor no coração. Praticamente só assisto filme de criança. E não só assistir, mas a maioria das minhas coisas e enfeites são de filmes de crianças, hahahaha! Vamos ver o que consigo desenvolver com cinco temas....
Tá, eu só peguei uns filmes meio atuais, mas juro, foram os cinco primeiros que vieram na minha cabeça. Não quer dizer que eu não goste de outros né? Também gosto de Matilda, Little Sitch, Sreck, Operação Cupido, Barney, Tarzan, Toy Story, Valente... Ah, eu me sinto uma criança, hahahaha!
Por hoje é isso, um beijo e um cheiro ♥♥♥
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| reprodução: google |
O filme é uma comédia política que em que dois jornalistas que queriam subir na vida tiveram a oportunidade de fazer uma entrevista épica com o grande líder da Coréia do Norte, Kim Jong-un.
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| reprodução: google |
descobrem que o ditador norte-coreano Kim Jong-Un (Randall Park) é fã do talk show que eles produzem. A partir dessa notícia, Dave conclui que para se tornarem jornalistas sérios, deveriam entrevistar o tal ditador. O que eles não esperavam era receber uma missão da CIA, de assassinar o líder da Coréia do Norte.
O filme foi liberado no cinema dos EUA com limitações de exibições, devido a polêmica que o envolvia. Foi lançado na internet no dia 24 de dezembro, e desde então, é um sucesso. Vale a pena conferir:







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